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ANDAR COM FÉ EU VOU! A bem da verdade o político deve sempre cuidar as reações emocionais e inventadas para o instante. Aconselho que uma declaração mal colocada possa ser explorada pelos rivais pelo resto da sua vida política.
Política tem de ser sem paixão! Não se conquista o poder com ações comandadas pela paixão. Estas duas afirmações são igualmente verdadeiras e se constituem em clássicas advertências feitas pelos pensadores políticos desde a mais remota antiguidade. A política, sobretudo a eleição, é inevitavelmente casa da razão e bom senso longe de paixões, que cega e deturpa a mente e a visão. A disputa pelo poder se concentra de maneira intensa no período da campanha eleitoral, é uma corrida pela aprovação do eleitor. A política tem o seu processo passional e irreal. A disputa pelo poder, concentrada de maneira intensa no breve período da campanha eleitoral. O desfecho desta disputa, com as graças da vitória ou o amargor da desbaratada equipe, que se multiplica em ataques de insinuações e culpa a todos e a tudo. A competição acontece em praça pública, isto é, tanto os lances como os resultados finais são do conhecimento de todos os eleitores. A imagem, a reputação, os sacrifícios pessoais e familiares, as ambições e os investimentos de tempo e recursos já feitos, são escancarados em minutos de apuração. Momento de angústia e da verdade. Quantas promessas feitas pelos adversários, que temos o conhecimento de serem simplesmente eleitoreiras... Temos de tomar consciência desta realidade antes de decidir disputar a eleição, porque, a partir do momento em que começar a competição, viverá um conflito permanente entre seus interesses e seus sentimentos. As cobranças virão e separar o jóio do trigo não parece tarefa fácil, pois nos confundimos na miscelânea de entraves. Temos então a vitória, o resultado final de uma estratégia vencedora, concebida e executada com disciplina, inteligência e método. Na política não podemos ser movidos pelas insanas paixões, uma reação emocional de improviso, que marcará a sua vida pública e deteriorando as suas relações com o eleitorado. Declarações infelizes são feitas, e serão exploradas pelos adversários, não apenas em uma campanha, mas pelo resto da sua carreira política. Os adversários que fizeram provocações e ataques pessoais em cima das paixões estão amargando com o seu eleitorado e não sabem mais explicar a derrota, que tem inúmeros pais. Ataques pessoais, entretanto, exigem respostas imediatas, fortes e categóricas. O eleitor não perdoa o político que atacado não responde à altura ao ataque sofrido. Nestes casos, a expressão de sentimentos de indignação e revolta é não somente legítima como útil para os objetivos políticos. Trata-se da defesa da imagem, do patrimônio moral, do respeito, valores que não se defendem com argumentos racionais e sim com a autenticidade dos sentimentos. Para o político, esta situação de conflito latente entre seus sentimentos e seus interesses pode assumir características pessoalmente dramáticas. O que ele não deve nunca esquecer é que a vitória sempre será o castigo mais duro imposto aos seus adversários. E as paixões se dobram perante a razão! Persistir no erro e com a emoção carregada pelo ódio, que é irmã siamesa da paixão, no sentido de doença e com o agravante de ser mórbida, vai perdendo adeptos ao longo do tempo. Administrar os ódios e paixões e sedentos do poder não são difíceis e apenas andar com cautela e como diz a música “andar com fé eu vou”! Talvez esta matéria se enquadre no caso de Itaberaí, cito as eleições municipais de 2008. Isto pelo fato de estar pensando nos entraves, nos filmes e nos ataques sofridos deliberadamente.....o povo não se esquece das injustiças cometidas e o tempo vem saldando com as verdades! Bruno Calil Fonseca é vice prefeito de Itaberaí. 2.009/2.012.
Escrito por Bruno Calil às 12h18
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Bruno Calil Fonseca é Presidente do PSC de Itaberaí
A MISSÃO DE SER MEDIADOR E FIEL DA BALANÇA.
O povo itaberino ocupa um bom tempo nas discussões politiqueiras.... Política do interior sempre é quente, mas a de Itaberaí tá fervilhando.
Conhecemos os vários fatores, que maculam uma eleição. Eleição sempre é eleição. Não tem um ganhador certo, até porque se tivéssemos teríamos então a nomeação.
Dinheiro em eleição é uma grande parcela em favor da vitória, mas por outro lado, o dinheiro não é tudo, pois, temos a vigilância do Ministério Público, para minimizar ou mesmo acabar com a compra de votos e isso dá cadeia, até mesmo antes da eleição em tempos de mudança de domicílio eleitoral.
Manipular uma eleição não é algo matemático, que se pode ligar o cronômetro e vencer, tem as barreiras naturais.
Nossos empregados não têm o compromisso de nos acompanhar no voto e acham até o momento oportuno para vingar! Na busca desenfreada do voto, temos de contar com a empatia e simpatia popular.
A proximidade do pleito de 2008 mexe com o emocional da população. Até mesmo quem disse que política não é sua praia, acaba envolvido com os boatos adrede implantados para fomentar o dia a dia político de nosso povo.
Na busca de aliados e parceiros vê-se o desespero de ser derrotado e sem ser candidato! Já passei por isso e agora com propriedade posso dizer que melhor seria se fosse derrotado no pleito do que ser traído após e no correr do mandato.
Sem sofrer passo o meu "feedback" aos interessados. Somos movidos por paixões e ódios, que a cada dia vão acumulando e criando as experiências desastrosas.
Eleição de outubro é ver para crer e dar oportunidade de Itaberaí continuar crescendo e avançando na educação, cultura e no setor produtivo.
E nesta eleição é preciso encontrar alguém, que possamos confiar à missão de ser mediador e fiel da balança.
Bruno Calil Fonseca é Presidente do PSC de Itaberaí-GO.
Escrito por Bruno Calil às 15h53
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A HORA DE PENSAR E AGIR PARA A SUA REELEIÇÃO É AGORA.
A vitória é a glória de muitos, porém é a satisfação do egoísmo de poucos. Bruno Calil Fonseca
Para disputar competitivamente um segundo mandato, o prefeito tem que chegar a eleição em condições de mostrar que: cumpriu a maior parte das metas com que prometeu em palanque. E mais se tem novos projetos para fazer a cidade avançar sobrepondo seus adversários. Além disso, deve manter sua imagem pessoal preservada e construir seu eleitorado potencial durante o período administrativo.
Está bem a tempo dos chefes políticos pensarem e repensarem se vale a pena comandar os seus municípios por mais um período de quatro anos, se vale à pena o desgaste emocional, familiar e financeiro para bancar uma reeleição.
O povo decidirá se o prefeito agiu com competência e eficiência neste mandato, que está no apagar da luzes e se deve mantê-lo por mais quatro anos.
É momento de o povo avaliar o mandato que se encerra. Mas a cidade precisa mais do que isto... Temos de ter ações boas e efetivas para manter o ritmo de prosperidade.
Agora ceder a administração de uma cidade para massagear o ego e a vontade de poucos em detrimento de muitos é triste.... Chegou o momento de uma avaliação profunda e construtiva, as parecerias da administração com o povo deve ser mantidas. A mudança sempre é bem vinda, mas com as devidas cautelas. Tem de ser bem explicado ao povo a necessidade da mudança. Quais os motivos reais. Tem de ser motivos estritamente administrativos e jamais por motivos, brigas, intrigas pessoais e satisfação do egoísmo de algum grupo sedento de poder. O poder deve ser dividido no momento oportuno e com a consciência voltada ao benefício de nosso povo e não pensando na satisfação pessoal.
A divisão de poder só poderá vingar se for a benefício de nossa cidade. Fácil de entender: ter prefeito e deputado é uma grande necessidade e só vingará o projeto se deixar as políticas de vaidades e disputa do poder por achar ser o maior o melhor, pois, o futuro é o amanhã e este só Deus sabe o que nos reserva.
Bruno Calil Fonseca é presidente do PSC de Itaberaí
Escrito por Bruno Calil às 12h41
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TUDO TEM HORA CERTA E DA POLÍTICA É AGORA.A alguns meses da convenção partidária e com tempo mais que suficiente para se organizar para a sua campanha política. Tem tempo suficiente para adequar a sua vida e a organizar a sua campanha. Este é o momento em que os partidos estão em busca de candidatos (filiados) já de olho na legenda. Claro que, em se tratando de eleição municipal, os cargos em disputa são: prefeito, vice-prefeito e vereador. Para quem vai entrar na política, na imensa maioria dos casos, o cargo para o qual haverá espaços abertos nos partidos é o de vereador. Vereador é o começo da carreira para a grande maioria dos políticos. Existem cidadãos que, por sua notoriedade, podem propor-se posições de maior hierarquia, no Legislativo bem como no Executivo. Em geral são: advogados, médicos, professores ou mesmo outras pessoas que ocupam alguma importante função em órgãos públicos ou associações privadas de natureza sindical ou associativa. Dentre estes últimos, destacam-se os empresários que, em números cada vez maiores, ingressam na atividade política. Tirando os que já possuem uma popularidade estabelecida, e tem o seu apoio sectário garantido; a imensa maioria dos políticos em potencial começa pelo cargo no legislativo municipal. Vereador é o cargo que, a priori, está ao alcance do candidato, em sua primeira experiência eleitoral. É a campanha mais barata, podendo em muitos casos ser financiada basicamente com recursos próprios; o quociente eleitoral para ser eleito é consideravelmente mais baixo do que os demais cargos legislativos. É por si só é a campanha da força e da inexperiência, pois, admite pequenos erros, desde que o candidato seja batalhador e alcançará o seu objetivo primeiro. Se você está pensando em entrar na política, e possui um bom potencial de votos, está regularmente filiado está apto disputar uma vaga de candidato na convenção de seu partido apronte-se, pois TUDO TEM HORA CERTA E DA POLÍTICA É AGORA. Há outros aspectos que você deve levar em consideração nesta decisão. Partidos pequenos, como regra, são mais fáceis de concorrer do que partidos grandes. Esta vantagem, entretanto, tem o seu preço. Partidos pequenos são pouco conhecidos, tendem a ser percebidos por muitos eleitores como agremiações sem muitas perspectivas de sucesso. São partidos que pouco pode lhe dar, em termos eleitorais, além da legenda. Partidos grandes são bem mais conhecidos e organizados. Poderão dar-lhe algum apoio eleitoral além da legenda e do fato de serem conhecidos dos eleitores e gozarem de reputação de força eleitoral, mas também têm o seu preço. Desde logo o fato de que vários candidatos vão disputar a reeleição, já possuindo bases políticas próprias e tendo exercido um mandato, além daqueles que, na eleição passada, não se elegeram por muito pouco e que, portanto, também possuem já bases próprias. E ainda se o partido estava no poder executivo; candidatos que exerceram cargos nas secretarias municipais e outros cargos executivos, e que tiveram tempo para sua campanha permanente. Esquecer os aborrecimentos e partir para a luta, que será renhida, pois, eleição é coisa de cada um por si e Deus por todos. As nossas divergências e erros serão aflorados e potencializados. A nossa arrogância será posta a prova. O essencial, portanto, é contar consigo mesmo. Com seu prestígio, família, sua equipe e um adequado posicionamento (foco, imagem e propostas) de sua candidatura. Finalmente, poderá fazer diferença decisiva a sua preparação para a campanha. Este é o ano. Antes a gente dizia quando chegar lá eu decido. Agora a decisão está iminente e temos de construir uma plataforma de campanha e de respaldo popular. Difícil de tirar as pessoas de seu sossego para colocarmos na rua como cabos eleitorais. O nosso poder de convencimento está em jogo e nosso futuro político também. Bruno Calil Fonseca é presidente do PSC de Itaberaí-GO.
Escrito por Bruno Calil às 09h48
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Em política é importante vencermos sempre por ações efetivas e não por argumentos ocos.
Os argumentos são efêmeros enquanto as ações são duradouras. Há inúmeros verbetes na enciclopédia de ditos políticos que alertam para a fragilidade da palavra e sua instabilidade, quando comparada com a reserva e o silêncio. A palavra, desacompanhada de conduta anunciada, na melhor das hipóteses, uma intenção, que passa e fica imersa no tempo. Ora, as pessoas sabem, até por experiência própria, quantas vezes a melhor das intenções é abandonada sem ser realizada.
Assim sendo, quem ouve um argumento, sobretudo um argumento político, que sempre traduz algum interesse, fica normalmente na defensiva. Estamos demasiadamente habituados com a natureza escorregadia das palavras, que podem ser reinterpretadas, negadas, reconsideradas fora do contexto em que foram pronunciadas, de acordo com o interesse do argumentador. O polemista não entende isto. Não compreende que as palavras nunca são indiferentes. O discurso do polemista fala para ouvidos céticos. Ao perceber que não convence, ele recorre a mais argumentação, agravando ainda mais a sua dificuldade de convencer e vencer.
Este problema ainda torna-se mais grave quando a argumentação ocorre com o povo. O que entendemos então é que não se sustentam em argumentações e sim em ações, que convencem muito mais que as palavras.
A grande vantagem em demonstrar suas idéias com ações e evidências está no fato de que seus oponentes ficam restritos aos argumentos e às palavras, enquanto você alinha a favor dos seus, ações, fatos e evidências. Uma ação, um comportamento, uma evidência incontestável, valem muito mais que milhares de palavras desacompanhadas. Sobretudo na política, as pessoas estão permanentemente contrastando e comparando palavras com ações. Por isso, na política, o exemplo é sempre tão poderoso como argumento de persuasão.
Vencer uma argumentação pela ação não humilha e ao mesmo tempo prova, além de qualquer duvida, a validade do argumento. Vencer e convencer pela ação complementa-se pelo uso de argumentos. Mas aí reside a diferença. O argumento expande, explicita, enriquece uma realidade que se impôs pela sua própria existência.
O político, governante ou legislador, tem muito a se beneficiar seguindo esta lei da política. Segui-la, implica ter mais paciência. A palavra sempre será mais acessível e mais imediata do que as ações. Mas são as ações que estabelecem a reputação de um homem público, não as suas palavras. Por isso, às vezes é melhor conter a impaciência, esperar, e, até quem sabe, perder uma oportunidade para demonstrar seu argumento com ações. Você será convincente, persuasivo e acima de tudo lógico.
Vitórias obtidas com argumentos são de curta duração. Novos fatos e novos argumentos podem derrubá-la. Vitórias obtidas com argumentos, numa discussão exasperada, são falsas vitórias. Despertam ressentimentos e hostilidades que são mais poderosos e muito mais duradouros do que uma circunstancial mudança de idéia. Na sua vida política procure sempre escolher as batalhas que vai lutar.
Não entregue para seu inimigo este poder de escolha. Se a médio e longo prazo, não faz maior importância que a outra pessoa concorde ou não com você, ou se você tem certeza que, com o passar do tempo, as evidências vão provar seu ponto, deixe passar.
Se, por outro lado, a divergência é decisiva e o tempo não trabalha a seu favor, parta para a ação, demonstre seu ponto com atos, produza resultados e evidências. Vença pela demonstração prática de sua idéia. Se você busca o poder, ou luta para conservá-lo, assegure-se de que as batalhas mais importantes sejam vencidas com ações, nunca com argumentação. Talvez pareça que são menos vitórias do que poderia conseguir. Mas esteja certo, são vitórias asseguradas, consolidadas e inabaláveis. Assim o homem animal racional e político têm de se esforçar para produzir ações e não verborréia desnecessária, que ganha aplausos, mas não conquista verdadeiramente mentes e corações.
Bruno Calil Fonseca é advogado em Itaberaí-GO.
Escrito por Bruno Calil às 19h17
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OS INJUSTIÇADOS DE ITABERAÍ
Assim talvez fosse a melhor qualificação dos produtores de tomate de Itaberaí. O município forte produtor na agricultura e sobressai nas culturas de: soja, milho, feijão, tomate, goiaba, cana, laranja, milho doce (industrial). Também é forte produtor de frango a nível nacional, leite, e gado de corte pelo sistema de semi-confinamento e confinamento propriamente dito. Podemos afirmar com toda certeza, que o Governo colabora muito pouco com estas produções extremadas e por outro lado podemos afirmar que quase tudo é iniciativa pura e simples da vontade indômita de trabalhar do itaberino.
O triste episódio do dia 19 de julho foi fortemente noticiado e alardeado por autoridades do Ministério do Trabalho.Os agricultores de Itaberaí não fomentam nenhuma hostilidade aos trabalhadores braçais. Ademais se não estivessem preocupados com o bem estar social já teriam mecanizado suas lavouras a muito tempo. Forçosamente órgãos de governo inadvertidamente buscam sensacionalismo à custa de homens honrados e batalhadores.
Implantou-se uma crise gratuita, pois, de um lado agricultores e de outro a indústria buscam a mecanização imediata para fugir destes embates institucionais. Por outro lado o Governo deveria servir de exemplo e humanizar as penitenciárias, onde vivem milhares de seres humanos em situação de penúria. Lá são mantidos presos, trancafiados em condição subumana, passando todas as privações conhecidas, bem como: fome, sede, frio, calor, solidão, humilhação, etc. Nesta situação não acha os legalistas para enfrentarem o Governo e denunciar as condições análogas à escravidão. O chamado "resgate de trabalhadores" não passa de fantasia, pois, o verdadeiro resgate deveria ser de homens e mulheres nas periferias das grandes cidades, dos homens que vivem condições análogas à escravidão nas celas das penitenciárias. Deveria o Governo preocupar-se com a segurança pública de pessoas honradas e honestas, que morrem diariamente vítima dos "escravos" libertados pelas instituições governamentais. Na verdade precisamos sair do faz de conta e partir para um Brasil melhor, mais justo e humano. Sairmos da condição de País de subdesenvolvido para país rico. Mas precisamos que todos dêem as mãos. Sem culpar ninguém pela política social caótica que vivemos...Os injustiçados de Itaberaí são hoje os produtores rurais, que dão a sustentação ao plano de Governo - com baixo índice de inflação, pois, conseguem com o milagre brasileiro manterem estável o preço de seus produtos. Na época de auge dizem que tudo está caro por serem os preços atrelados em dólar. E agora com o dólar despencando a indústria de insumos não baixa preços. Está na hora de uma união de produtores para dar um basta nesta situação de caos implantada pelas instituições, que buscam apenas os faróis da mídia. Fazem o estrago e desaparecem do mapa deixando prejuízos e abalos na agricultura local. O Governo perde em credibilidade e causa um terrorismo social. Não aprende com os seus próprios erros. Não podemos esquecer jamais, que os grandes produtores têm potencial de produção e know-how para produção de qualquer gênero alimentício. A hora do levante é esta e com sabedoria e altivez vamos construir uma estada de paz e prosperidade, impulsionada pelo respeito às leis e das leis aos produtores deste Brasil.
Bruno Calil Fonseca
É advogado em Itaberaí-GO.
http://www.brunocalil.com.br/
Escrito por Bruno Calil às 10h50
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REVOLUÇÃO MUDA
Hoje estamos vivendo uma nova realidade social, um verdadeiro campo minado para a defesa da credibilidade. A tecnologia, que se revolucionou a pouco mais de dez anos está produzindo uma outra revolução – a de como preservar a reputação num mundo em que nunca estivemos tão expostos ao olhar alheio, através de equipamentos cada vez mais baratos e capazes de produzir flagrantes de todos os tipos, revelando transgressões que rapidamente podem se espalhar pelo planeta. É preciso encontrar com urgência uma nova forma de pensar e de agir na esfera pública, uma nova forma de refletir sobre a reputação. Pensando principalmente no mundo político vemos as barbáries implantadas desta nova realidade social, que discrimina os menos abastados deixando-os perplexos com a nova tecnologia de não respeitar a privacidade. Vivemos um pandemônio cultural e hoje a nossa credibilidade esta em baixa. Estamos desacreditados e vencidos forçosamente pela imagem negativa dos políticos. Esta fase negra da história brasileira tem um final feliz e já escrito nas páginas da imaginação de um mundo melhor. Basta sentir e verificar quanto somos agraciados e nos brasileiros vivemos felizes em se comparando com outros povos e principalmente da Ásia e Europa. Pois creia, estamos verdadeiramente vivendo uma nova realidade social em busca de um mundo melhor. Vale a pena refletir e participar desta revolução muda que está acontecendo agora.
Bruno Calil Fonseca É advogado em Itaberaí-GO. www.brunocalil.com.br
Escrito por Bruno Calil às 13h42
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A EDUCAÇÃO SIGNIFICA DESENVOLVIMENTO DE UMA NAÇÃO.
Se fizermos uma enquete com a pergunta: “Qual deve ser as prioridades do próximo presidente da república?” Com certeza a educação estaria liderando a pesquisa. Assim estaria detectada a prioridade do novo governo.
Isso só reforça o fato de que o governo deve investir maciçamente na educação, pois, com ela a alavanca do progresso estará armada. Este fato pode ser facilmente comprovado por pesquisas e enquetes virtuais onde sempre dão prioridade absoluta à educação no Brasil como fator preponderante para o progresso e crescimento.
O povo tem outros anseios e necessários ao crescimento da nação. A criação de empregos é de suma importância, porém vem em segundo lugar por incrível que pareça. São anseios e vontades do povo brasileiro e espontâneo em qualquer pesquisa e muita das vezes é do conhecimento político e são usadas nas campanhas eleitorais.
A segurança também está em alta cotação dos anseios populares. A segurança ineficaz do governo faz com que as pessoas se tornem reféns da bandidagem e vivemos mais inseguros a cada dia. Assistimos pelos noticiários estupefatos os motins em presídios, que são reivindicações de quem menos poderia reivindicar. Achamos tudo isto um absurdo e é a terceira reivindicação do povo brasileiro é a segurança.
Das grandes reivindicações detectadas a saúde é a quarta das macro-necessidades do povo. Se em pesquisas e enquetes feitas os resultados são sempre muito parecidos. Isto se dá pelo fato de ser o povo carente de itens básicos e de primeira necessidade. Tatlvez em um país desenvolvido a ordem de necessidade não fosse essa. Por outro lado tanto a educação, criação de empregos, segurança e saúde são como ingredientes de uma sopa. Em qualquer um dos mais de cinco mil municípios brasileiros a vocação será sempre esta. Às vezes com uma pequena discrepância em miúdos percentuais. Mas com certeza a vontade a necessidade e as reivindicações do povo brasileiro são as mesmas. São as necessidades básicas e simples de se resolver quando sem tem vontade política.
Agora com a iminência das eleições voltamos a indagar: “Qual o maior desafio que o novo presidente vai encontrar ao assumir o cargo?” Será que estarão novamente as mesmas reivindicações? Com toda certeza que sim. Por isso cuidado com as promessas de campanha que sempre dão ênfase nestes quatro pontos básicos detectados nas pesquisas. Será mera coincidência?
Bruno Calil Fonseca – é presidente do PSC de Itaberaí-GO.
Visite: www.brunocalil.com.br
Escrito por Bruno Calil às 16h17
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Proscrever o poder do voto
Estamos vivenciando uma crise política sem precedentes e às vésperas do início da campanha política, informações confusas circulam em correntes na internet, instigando o eleitorado a proscreverem seus votos na eleição de primeiro de outubro deste ano.
Uma mensagem circula pela grande rede mundial de computadores, que em princípio poderíamos até dizer ser a mesma maliciosa pelo seu conteúdo. É uma mensagem exacerbada contra os nossos políticos. Seu objetivo principal ou alvo é incentivar o voto nulo, na confiança equivocada de que se computar 50% dos votos mais um, anularia a eleição. O que diz determinado trecho da mensagem: "Você sabia que se uma eleição for ganha por 'votos nulos' é obrigatório haver uma nova eleição, com candidatos diferentes daqueles que participaram da primeira?"
A imaginação expressa deste desavisado e nada conhecedor da Constituição Federal e da lei eleitoral, está completamente equivocada, além de prestar um enorme desserviço à sociedade e à democracia brasileira. O desavisado autor desta corrente incentiva a omissão da cidadania, ao oposto de estimular a participação. Para melhor compreender o raciocínio é preciso entender uma premissa básica, que está prevista na Constituição Federal: Art. 77. - § 2º - Será considerado eleito Presidente o candidato que, registrado por partido político, obtiver a maioria absoluta de votos, não computados os em branco e os nulos.
Os votos considerados nulos e em branco não são computados nas eleições, pouco importando se eles sessenta ou noventa por cento dos votos. A Constituição Federal determina que o candidato seja vitorioso, diplomado e empossado quando atingir a maioria absoluta dos votos válidos. Deste modo os votos válidos não se computam os votos em branco e nulo. Se a nulidade atingir mais de cinqüenta por cento dos votos do país nas eleições presidenciais, nas eleições federais, estaduais e nas eleições municipais, julgar-se-ão prejudicadas as demais votações será marcada nova data da eleição dentro do prazo estipulado por lei.
Ao evocar a condição "se a nulidade atingir a mais de metade dos votos (...) o Tribunal marcará dia para nova eleição", o legislador não estava se referindo aos votos nulos ou àqueles anulados no ato de votar. Ele referia-se à anulação de votos que, até então, eram válidos.
Desta forma não podemos proscrever o poder do voto. É a nossa oportunidade de manifestarmos e exercemos o legitimo direito à cidadania. Neste ano devemos refletir muito e com a consciência tranqüila manifestarmos pelo votos a aqueles, que trabalham pela paz social, democracia, cidadania, justiça, segurança, enfim tudo aquilo que acharmos, que a sociedade organizada merece como atenção de seus governantes.
Bruno Calil Fonseca – é advogado em Itaberaí-GO.
www.brunocalil.com.br
Escrito por Bruno Calil às 17h04
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SOMOS UM PAÍS DE ORDEM E PROGRESSO
A inusitada atitude da Bolívia e nacionalização de seu petróleo requer uma atitude enérgica do governo brasileiro. A falada nacionalização das reservas de petróleo e gás natural e a invasão com a ocupação de refinaria da Petrobrás é uma medida injusta e ingrata de nosso país vizinho. Desta feita só nos resta agora uma medida a de exigir a reparação do dano causado. Sabemos que por mais de dez anos a Petrobrás está sediada na Bolívia colaborando com o desenvolvimento aquele país no que se refere à exploração de gás e petróleo. Durante este lapso temporal a Petrobrás tem tido sempre uma postura de negociação pacífica.
E é razoável imaginar que o governo boliviano tome uma atitude diferente em relação à Petrobrás e não uma atitude de guerra contra uma empresa que sempre colaborou com aquele país. Do mesmo modo, a expectativa é de que o governo brasileiro aja no sentido de evitar qualquer solução de continuidade nesse projeto para o qual a Petrobrás tanto investiu. Não podemos agora ser espoliados pela irresponsabilidade governamental boliviana, aliás, o que levará a bancarrota deste governo pelo afastamento de dinheiro e investimentos internacionais. Estatizar à custa do esforço brasileiro de ser um país livre e democrata, que depois de muitos anos consegue ter a auto-suficiência na extração de petróleo é no mínimo imoral e injusta apropriação indébita.
Bruno Calil Fonseca é advogado em Itaberaí-GO.
Escrito por Bruno Calil às 18h57
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MUDANÇAS SEMPRE SÃO BEM VINDAS
A decepção da opinião pública com relação aos políticos em tempos de pizza no congresso em pleno ano eleitoral cabe levantar uma discussão mais do que necessária sobre nosso sistema político e a legislação partidária e eleitoral. A antiga e já falada e cantada em verso e prosa discussão da reforma política, defendida por muitos e nunca realizada. Nem por isso devemos abraçar a posição cínica de que as coisas nunca se realizarão a tempo e a hora. Contrariamente, entendo que neste ano eleitoral pode ser a grande chance de iniciar as mudanças necessárias e que serão bem vindas. Recentemente o Senado aprovou algumas mudanças na legislação eleitoral. As modificações são de fato pouco expressivas, mas, de qualquer forma, representam uma nova disposição para a efetiva mudança.
Entendo que, dois pontos são fundamentais para que realmente as mudanças sejam bem vindas: o sistema eleitoral e a reforma partidária. O sistema eleitoral trata da constituição da representação e aí defendo o voto distrital. Em resumo, o eleitorado é dividido por distritos, onde cada partido apresenta seu candidato.
O mais votado no distrito é eleito deputado. Com isso, a população passa a ter uma relação mais direta com o eleito, podendo cobrar e fiscalizar de perto suas atividades no congresso. É importante também que o eleito não possa trocar de distrito, porque a cada quatro anos ele será julgado pelos mesmos eleitores, que poderão reelegê-lo ou escolher outro representante.
Já com relação à reforma partidária, a questão central é a fidelidade partidária. Os políticos precisam estar comprometidos com o programa do partido, aliás, muitos usam do expediente do troca-troca de partidos e sequer conhecem o programa de seu próprio partido. A troca fácil de sigla partidária sem qualquer punição, como ocorre hoje em dia é um convite escancarado para estes graves deslizes. Enquanto não tivermos a fidelidade partidária, que puna com rigidez o político que descumprir o programa ou trocar de partido, continuaremos a assistir a esse troca-troca de legenda partidária, que tanto mal faz à liberdade e a democracia. É preciso que os políticos e partidos se afirmem pela qualidade de seus programas e propostas e não pela conveniência do momento e “acertos pessoais”.
Finalizando, mas não menos importante, seria fundamental que a reforma política partidária fosse defendida pela sociedade e forçar os congressistas nesta mudança e de acerto ético do país. Temos o exemplo vivo e marcante do nepotismo no judiciário, que exemplarmente baniu esta pratica horrível. Mas foi fundamental o apoio da imprensa e ainda está se estendendo pelas prefeituras, câmaras de vereadores, assembléias legislativas, tribunais de contas, ministério público, governo estadual e federal. Por isso continuo afirmando que mudanças sempre são bem vindas.
Bruno Calil Fonseca – é advogado eleitoral em ITABERAÍ – GO.
www.brunocalil.com.br
Escrito por Bruno Calil às 11h21
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(In) FELIZ 2002, FELIZ 2003
Felicito 2002, pois, mais um ano vencido e vivido. Com todas as dificuldades e ultrajes sofridos... fui candidato a deputado estadual e vivi intensamente e senti de perto todos os sentidos do ser humano: insensatez, cortesia, amizade, angústia, aflição, dor, tristeza, alegria, euforia, amor, ciúmes, inveja, maledicência e ai por diante. Não tive êxito. Não fiquei ofendido com o povo. Não culpei ninguém. A vida continua e a dor permanece. Embutida a vontade de alcançar um cargo eletivo, quiçá, sonho de criança. Sentimento de poder construir uma sociedade melhor. Dar dignidade aos realmente necessitados. Acariciar os idosos, os doentes, os miseráveis e levar-lhes a alegria de viver, ser como a criança agraciada com um brinquedo novo. Esta é a minha vontade. Não é à vontade do povo, pois os votos ficaram para o próximo pleito e tenho peito para enfrentar.... Todas as lutas são gratificantes algumas mais outras menos, ser candidato a cargo eletivo é com toda certeza um ato de coragem. Coloca-se seu nome na rua. Dá o direito das pessoas bisbilhotarem sua vida pregressa e acrescentar fatos pitorescos e pejorativos. Virar a marca de tiro ao alvo e de inúmeros franco-atiradores. Recebe apoio de pessoas, que imaginava adversário e perde apoio de amigos e até íntimos para os seus reais adversários, assim é a política partidária. Vive-se momentos de ternura. O apoio popular e o abraço sincero do povo a afetividade externada fácil. Choros e risos. A dura dor da derrota. Levanta a cabeça e no dia seguinte enfrenta a rua a fila de banco e a velha banca de advocacia. A vida e a luta continuam até a próxima eleição.
Bruno Calil Fonseca
PSC – Itaberaí-GO
02/01/2003
Escrito por Bruno Calil às 09h11
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Vista aérea de Itaberaí. Foto tirada em agosto de 1980.
Escrito por Bruno Calil às 09h51
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NOITE DE SERESTA
Nos campos nas noites frias e escuras, os animais noctâmbulos, desvirginam o breu silente com suas melodias peculiares. O grilo quase falante, desperta a triste coruja, que de um buraco de tatu sai para caça. Os pirilampos dão aos negros campos, um ar de esperança, pois, num instante de cadencia vemos a silhueta de uma paca que tritura nos dentes um caroço de tarumã.
O dia amanhece, e o negrume da madrugada fria esvai-se. Não sei para onde, mas não vejo a paca, o buraco de tatu fundo e negro, os grilos pululam pela relva, só que afônicos! A passarada de galho em galho gorjeia uma melodia. Ouvimos o toc toc do pica-pau o fla-flar das asas ligeiras do beija flor e o arrulhar das asas brancas, que em bandos esvoaçam perto do manancial. Não muito longe ouço o cantar intermitente da seriema, e tudo não muito longe. Assim é a vida do campo. Cada voz é conhecida e damos por falta até do sabiá que mostra sua fidalguia nos pomares, onde perto de seus ninhos cantam doces canções.
Ao entardecer os bandos ou mesmo os eremitas procuram seus aconhegos de pernoites. Bandos de guachos singram o céu, lépidos os pardais nas cidades procuram os beirais das casas, enquanto os pássaros pretos procuram uma frondosa árvore, os anus preferem arbustos e os cipoais, outros as touças de taquara...
Cada pássaro cada cantor do coro da floresta depois do ensaio do entardecer procura o seu ninho para dormir.
Muitos se resguardam enquanto, outros sem lua, só breu sai de seu repouso diurno.
Na beira do brejo é noite de seresta quando o sapo dá o primeiro coaxar as gias respondem, as pererecas e até alguma cobra sibila, os grilos também acompanham o rec-rec das pererecas chamando chuva...
De repente ouço um estampido mais forte do que o provocado pelos noctívagos, então sei que é o caçador de pacas. Tudo se torna silêncio a não ser o eco longínquo do tiro que avisa aos inocentes que chegou o fim da seresta.
Escrito por Bruno Calil às 09h45
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PRIMÓRDIOS DE CURRALINHO.
Quero parabenizar os autores e pesquisadores, ANTÔNIO CÉSAR CALDAS PINHEIRO e ZANONI DE GOIÁZ PINHEIRO, sobrinho e tio respectivamente sendo que o último deu-me um exemplar de sua obra "Tronco e Vergônteas".
Um livro que narra os primórdios de Curralinho, depois Itaberaí, fonte de subsídios para os mais moços, para os estudantes de um modo geral. E até mesmo para os pesquisadores das nossas origens. Uma obra de alto valor histórico, apresentada por nosso primo, o jornalista Jávier Godinho. Mergulhei de olhos abertos na leitura deste grande trabalho literário e conheci parentes. Senti-me enaltecido, página após página. Diversas passagens de nossa gente de ontem. Passado firme . Com este livro temos um presente valioso e com poder de alcance para analisar o nosso povo, as vergônteas do tronco de um passado verdadeiro para fazer de Itaberaí, terra de orgulho de seus filhos. Parabéns a vocês pesquisadores Antônio César e Zanoni, que dedicaram anos de estudos e pesquisas, desgastando-se fisicamente e financeiramente em busca de nossas raízes.
Escrito por Bruno Calil às 09h45
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